As mulheres são tendencialmente mais sorridentes para com os seus interlocutores do que os homens

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“As mulheres são tendencialmente mais sorridentes para com os seus interlocutores do que os homens. Costumam para e aguardar sinais de concordância antes de prosseguirem. Os homens limitam-se a olhar para o vazio enquanto discutem. As mulheres nutrem uma especial predilecção pelo anedótico, os homens, pelo dedutivo.”

5 soluções para 5 dificuldades do escritor

“Quando não estava a ser questionada sobre a minha vida e dos meus sentimentos, estava a escrever sobre eles. Passava a maior parte dos dias diante da máquina de escrever a trabalhar naquilo que Luce chamava a minha «Narrativa psicológica». Começava de um modo simples, com estas palavras: «o meu nome é Calliope Stephanides. Tenho 14 anos de idade. Quase a fazer 15.» Comecei pelos factos, e tentei desenvolve-los tanto quanto me foi possível. ”

se aventurar e ler livros, jornais, artigos em inglês só vai trazer benefícios

“Ler em inglês coloca a pessoa em contato direto com o objeto de estudo, além de ser uma exercício real, já que a leitura é parte integrante de qualquer língua”

ler em inglês, o indivíduo força o cérebro a buscar o entendimento, já que é conduzido a pensar na língua.

“Por mais que a pessoa não entenda uma palavra, ela pode, e deve, buscar entender o contexto. Caso não entenda, o ideal é procurar o significado sem a ajuda de alguém próximo. Pesquisar a palavra eleva muito a chance de memorização”

Sublinhado em WiseUp: Magazine

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“In retrospect,” the woman said, “I should have said something sensitive, like, ‘I like your black cock,’ or ‘I like you,’ but I just nodded. He said, ‘Say it,’ and so I said, ‘I like black cock,’ and he proceeded to love me so vehemently that afterward I fell asleep without setting my alarm or peeing, as all women must after sex.

“When I woke, it was nine and my parents were waiting; my father was irate. He asked why I wasn’t ready, and I told him I’d overslept; he swore and hit the trailer. My mother made him sit in the car with her while my pale, skinny sister helped me pack and carry boxes down the stairs. On the road, my father sped. The day was sunny, and, once we were out of the city, hay fields stretched beyond the highway. It looked as if we might still beat the weekend traffic. My father even turned on his radio station that played the Beach Boys, and hummed. My mother watched pine trees pass by, read her study-group Bible, and chewed chocolate truffles; my sister read a fantasy novel.

“Eventually, my mother touched my father’s thigh. She murmured, ‘We’ll get home tonight, don’t worry.’

Sublinhado em Pink House – Rebecca Curtis

Filho único de uma família de lagosteiros

Steven Reeves tinha 28 anos. Marjorie Reeves era um ano mais nova. Não eram ricos, mas tinham tido sorte. O emprego de Steven na Packard Wells era o controlo de um pequeno segmento de um segmento maior de uma assaz pequena intersecção de prefabricação que abastecia a indústria automóvel, e onde qualquer alteração súbita, ou mesmo o rumor de qualquer alteração de fórmulas de combinação de polímeros podia fazer declinar de maneira crucial os padrões de demanda, e dessa forma afectar investimentos e o conforto das posições de muitos clientes importantes. No seu trabalho tinha de estudar minuciosamente densas e esotéricas publicações da indústria petroquímica, assistir a seminários técnicos, ir a convenções de vendas, depois redigir relatórios detalhados da situação, mantendo sempre em vista o mercado no interesse dos seus superiores. Tinha tido uma bolsa de estudo na Bates, estudado química, era filho único de uma família de lagosteiros de Pemaquid, Maine, sem instrução mas honesta, e estava bem na vida. Os patrões da Packard-Wells gostavam dele, reviam-se nele, e também lhe viam qualidades de carácter que nunca tinham tido

– loira e juvenil imaturidade a pender paru a credulidade, mas ancorada em cautela, competência, e uma forte e firme tenacidade. Era esperto. Era o seu sétimo ano na empresa – o seu primeiro emprego. Ele e Marjorie estavam casados há dois anos. Não tinham filhos. O carro tinha sido o bónus da empresa no Natal de há dois anos.

 

  • Pecados Sem Conta

 

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Tomás apagou a luz da pequena casa de banho e colocou-se mesmo atrás dela, vestido apenas com as calças do pijama azul. Tocou-lhe nos ombros e encostou-se-lhe até que ela o sentiu excitado.

Qualquer coisa na erecta e quente presença dele a fez sentir um arrepio. Cobriu os seios, que estavam muito perto do vidro da janela. Calculou que ele estivesse a sorrir.

Ela sentia-o agora totalmente – bem teso.

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O amor acaba!

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Quando estavam no auge, ela não conseguia guiar sem olhar para ele, sorrir, comentar as suas excelentes qualidades, dizer piadas, apreciar os seus comentários. Agora era como se estivesse a dar boleia a qualquer pessoa – à mãe até ao cabeleireiro, a um padre até a um funeral.

 

  • Pecados Sem Conta

O dinheiro é considerado pelo homem como a essência de todos males e que um homem endinheirado não tem ingresso no Céu

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“O acto de pagar foi talvez a pior de todas as maldições que os nossos antepassados, ladrões de maçãs, nos transmitiram. Mas ser pago – que outra delícia se lhe pode comparar?

 

A suave precipitação com que o homem recebe o dinheiro é realmente maravilhoso, se nos lembrarmos que o dinheiro é considerado pelo homem como a essência de todos males e que um homem endinheirado não tem ingresso no Céu. Ah! Mas como nos lançamos de tão boa vontade no caminho da perdição!”

 

Sublinhado do livro – Mobbydick

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o dinheiro altera o que as pessoas consideram ser justo.

Para o psicólogo, que estuda a relação entre dinheiro e emoções há quase uma década, ter mais dinheiro faz que você se preocupe menos com os outros e se sinta no direito de colocar interesses próprios em primeiro lugar, ou seja o dinheiro aumenta o egoísmo das pessoas.

“(O dinheiro) torna você mais afinado com seus próprios interesses e seu próprio bem-estar”

O tempo colonial no olhar duma garrotinha

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Descobríamos diariamente coisas novas naquele bairro; vivíamos nele  com todos nossos sentidos de crianças e mais tarde de adolescente. Vivíamos daquele vaivém dos habitantes, dos seus ruídos, dos seus mistérios, dos seus feitiços, que afirmavam existir e influenciar a nossa vida para o bem e para o mal.

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Na hora do crepúsculo gostávamos de contemplar aquele bairro feito de palhotas onde uma ou outra casa de madeira e zinco se destacava, terreiros de terra batida, lânguas, coqueiros, palmeiras, ruas estreitas, bares e canteiros com folhas de seruma.

 

No Livro: Pemba e outros contos